quinta-feira, 4 de novembro de 2010



  • Ela:Odeio certas atitudes suas.
  • Ele:Não gosto quando você usa esse tom.
  • Ela:Seus amigos me irritam.
  • Ele:Não aguento mais suas crises.
  • Ela:Cansei de correr atrás de você.
  • Ele:Não suporto seus atrasos.
  • Ela:Sinceramente? Nunca fui com a cara da sua mãe.
  • Ele:Eu amo a sua!
  • Ela:O que?
  • Ele:Eu amo sua mãe;
  • Ela:Não mude de assunto, e tão pouco seja irônico!
  • Ele:Não estou sendo irônico. Eu amo sua mãe de verdade;
  • Ela:E por qual motivo isso seria verdade?
  • Ele:Ela te fez existir!


A verdade é, se eu pudesse estar com alguém, ainda seria você.

Sorria, sem motivo, com motivo, sozinho ou quando alguém faz você rir. Apenas sorria.
  • Você consegue ver Deus?
  • Turma:Não.
  • Professor:Você consegue tocar Deus?
  • Turma:Não.
  • Professor:Então, Deus não existe!
  • Aluno:Professor, você consegue ver seu cérebro?
  • Professor:Não.
  • Aluno:Você consegue tocar em seu cérebro?
  • Professor:Não.
  • Aluno:Ah ok, você não tem cérebro?

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

”O tempo nem sempre cura tudo. Tenho feridas que já cicatrizaram, mas que insistem em latejar quando o dia está nublado. Tenho mágoas que já foram superadas, mas se lembro bem, se lembro forte, se penso nelas eu choro. E o choro dói, dói, dói como se fosse ontem.” Clarissa Corrêa